quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Errar é... jornalístico!

          Errar é humano, persistir no erro é burrice. Ou incompetência mesmo. Ainda mais quando se tem chances de consertar esse erro. Por isso, todo texto jornalístico é editado e revisado antes de ser publicado. Ou pelo menos deveria ser.

          É cada vez mais frequente encontrarmos erros imperdoáveis de ortografia e/ou de coerência, principalmente nos jornais impressos e online. Como ocorreu em uma matéria publicada no dia 22 de agosto no G1, da Globo, em que aparece a palavra cinco escrita com S. Em outra, aparece no título a palavra EDUÇÃO (seria Educação).

          No dia 20 de agosto, no mesmo site, a informação, no subtítulo de uma matéria, é que o candidato à Prefeitura de São Paulo Paulinho da Força é do PDT. Já no decorrer do texto, que ele é do PTB. Dupla filiação? Ou mais um erro do jornal?

          Na Folha de Boa Vista, a manchete é a seguinte: “Bandidos atacam correspondente bancário e assaltam 69 mil reais”. Será que roubaram quantos dos 69 mil?

          Já na Folha de São Paulo, um título diz: “Os indicadores indicam virada da economia”. Sem comentários.

          No Esporte Interativo, o jornalista escreve várias vezes a palavra “eh”, que costumamos usar informalmente nas redes sociais e não num texto jornalístico (fica como “sugestaum”)

          E, pra finalizar, o jornal Novo Tempo publicou: “Latrocínio acaba em assassinato”. Poderia haver latrocínio sem assassinato?

          Esses são só alguns dos inúmeros erros bizarros que encontrei em uma pesquisa rápida. Portanto, caros colegas de profissão, é bom termos mais atenção no nosso trabalho. Jornalismo é coisa séria.









Janaína Pastori
Estudante de Jornalismo
Ribeirão Preto/SP

Um comentário:

  1. "Latrocínio acaba em assassinato"... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...

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